Embalagens flexíveis

Embalagens flexíveis impactam o consumidor com modernidade no design e conferem maior qualidade e proteção ao alimento

Embalagens flexíveis: as queridinhas do mercado

Dentre os milhares de tipos de embalagens de alimentos disponíveis no mercado hoje em dia, uma, em especial, vem ganhando espaço e notoriedade nas gôndolas. Estamos falando das embalagens flexíveis.

Sabemos que a embalagem é responsável pelo primeiro contato do consumidor com produtos e já falamos aqui no blog sobre as novas exigências dos clientes, que estão tornando essa cadeia mais sustentável e inteligente.

O ponto é que com essa mudança no perfil do consumidor, que busca uma experiência cada vez mais individual e afetiva com o que compra, as marcas entenderam que vale a pena investir em embalagens que destaquem os atributos e diferenciais daquele artigo e garantam a qualidade.

Foi nesse contexto que surgiram as embalagens flexíveis, cujo processo de fabricação é moderno e sustentável, são de fácil manuseio e armazenagem e ainda garantem maior eficiência no transporte. O curioso é que há alguns anos, os consumidores interpretavam esse modelo de embalagem erroneamente. Muitas pessoas acreditavam que as embalagens flexíveis eram mais frágeis e suscetíveis a rasgar com facilidade. Essa percepção mudou drasticamente com o aumento contínuo na qualidade das resinas de polietileno utilizadas.

 

Jogo virou

A fase do preconceito ficou no passado. Hoje, toda a cadeia já entendeu que as embalagens flexíveis são uma ótima opção, ufa!.

Entre suas vantagens, os produtos envazados em embalagens flexíveis ganham um tempo maior de shelf life quando comparado com outros tipos de produtos.  Além disso, como elas podem ser moldadas, o transporte das embalagens flexíveis envolve menos custos aos proprietários da marca, uma vez que cada veículo pode acomodar um número maior de unidades.

O uso no dia a dia mostra, ainda, que esse tipo de embalagem garante a qualidade do conteúdo. Com menor risco de contaminação, as embalagens flexíveis também facilitam o manuseio por serem leves e com ótimas propriedades de selagem. Além disso, são estáveis nas prateleiras dos supermercados e acondicionam melhor os alimentos, protegendo-os de ameaças externas que podem comprometer a sua qualidade e sabor.

Vamos aos exemplos. Pense em um molho de tomate envazado em uma embalagem do tipo Stand UP Pouch. A abertura é facilitada com um pequeno rasgo lateral, permitindo que o consumidor use o molho em quase sua totalidade, deixando o mínimo de resíduos do alimento para trás. As embalagens flexíveis também são mais leves que as tradicionais, utilizam menos matéria-prima e podem ser tão impermeáveis quanto o vidro, mantendo os produtos mais frescos e seguros. Além disso, as embalagens flexíveis podem ser facilmente fechadas após o primeiro uso – e, é claro, possibilitam conter sistemas para lacre como zíper, fechos tipo velcro ou até mesmo tampas de encaixe.  

A experiência do mercado mostra que as marcas mais reconhecidas pelo novo consumidor são aquelas que investem na qualidade da embalagem tanto quanto investem na qualidade da mercadoria.

Uma marca que sabe unir qualidade do produto com embalagens inovadoras e diferenciadas está sempre à frente da concorrência e consegue conquistar os consumidores. A boa notícia é que o acesso a embalagens flexíveis está cada vez mais fácil.

Com tudo isso, está cada vez mais claro para a indústria e para a população que as embalagens flexíveis vieram para ficar. Além de trazer benefícios para toda a cadeia, levam às casas mais praticidade, capacidade de armazenamento, segurança e modernidade. Uma tendência que veio para ficar e conquistar cada vez mais admiradores.

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